”Não existe nada mais subversivo do que um subdesenvolvido erudito” http://bit.ly/b5YfFw

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Meus pensamentos e idéias



"Não existe nada mais subversivo do que um subdesenvolvido erudito"



Uma forma de higiêne mental onde busco sintonizar e melhorar a forma de pensar referente aos temas que julgo haver relevancia. UM ABRAÇO e OBRIGADO PELA VISITA, AAah deixem algum comentário, participem da Enquete ou apenas um simples Oii.. é muito importante:



Gilvan Silva Gallo

domingo, 17 de julho de 2011

BNDES se associa a grandes grupos e efeito colateral é uma "perda" de R$ 3 bilhões

Contestadas por especialistas, seis das maiores operações realizadas nos últimos anos pela BNDESPar, braço de participações do banco, dão pistas de que podem não ter sido exatamente um bom negócio. São operações que envolvem desde a polêmica capitalização da Petrobras, passando pela internacionalização de frigoríficos brasileiros, até a compra de ações de empresa do bilionário Eike Batista, um dos homens mais ricos do mundo. Levantamento do GLOBO mostra que as operações acumulam uma "perda" de R$ 3,04 bilhões em valor de mercado, considerando o montante injetado pelo banco para comprar participação societária nessas companhias a partir de 2007 em comparação ao atual valor das ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A "perda", claro, é contábil, não se consolidou porque a BNDESPar não se desfez dos papéis.


Maior perda da carteira, o valor investido na compra de ações da Petrobras em setembro passado, quando ocorreu a megaoferta pública, encolheu em R$ 2,37 bilhões. O braço de participações do BNDES aplicou R$ 22,41 bilhões na empresa, numa operação bombardeada por especialistas. Desde então, os papéis preferenciais (PN) da Petrobras recuam 9,76% e as ordinárias (ON, com voto) caem 11,94%.

Para bancar a compra de ações da Petrobras, o BNDES, que tem como fonte de recursos o FAT e o Tesouro, transferiu R$ 15 bilhões para a BNDESPar.

- O governo usou riquezas do Brasil para aumentar sua participação numa empresa estatal que tem acionistas privados. É preciso se indagar se essa seria a destinação de recursos que o país precisa - avalia Mansueto de Almeida, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Duas das seis grandes operações realizadas pela BNDESPar nos últimos anos foram orientadas para internacionalizar frigoríficos brasileiros, a Marfrig e o JBS. O banco gastou R$ 715,65 milhões e R$ 1,136 bilhão, respectivamente, na compra de ações das empresas para apoiar investidas das companhias no exterior. Essas operações registram perdas de R$ 201,4 milhões, caso da Marfrig, e de R$ 377,9 milhões, no do JBS. Os resultados não consideram dividendos.


Objetivo não é lucro, diz especialista

Para Almeida, como a BNDESPar, assim como o BNDES, não é um banco de investimento no sentido mais estrito do mercado - aquele que compra participações para vendê-las com lucro. Perdas seriam inclusive toleráveis. Ele critica, no entanto, perdas com o uso do banco como "hospital" de empresa, como ocorreu na fusão da Votorantim com a Aracruz, que teve grandes prejuízos com operações cambiais. A compra das ações para apoiar essa $ão, que resultou na criação da Fibria, registra perda acumulada de R$ 160 milhões para o banco.

- O problema é que o BNDESPar tem atuado como banco de investimento. Entra em grandes operações, sem benefícios claros para a sociedade. Estão sendo incentivados setores que já são competitivos, como de exportação de carnes, papel e celulose, energia - afirma o pesquisador do Ipea.

No setor de energia, a BNDESPar investiu R$ 179,2 milhões na compra de ações da MPX, do bilionário Eike Batista. Essa operação resulta agora numa perda de R$ 71,3 milhões em valor de mercado na carteira do banco. Especialistas questionam se MPX, como outras empresas incentivadas pela compra de participação societária, teria condições de levantar recursos entre investidores privados, no mercado de ações ou de dívida, sem a necessidade de recursos públicos.


- O BNDES deveria focar sua atuação em empresas que têm dificuldade em conseguir dinheiro no mercado. É claro que todo empresário vai preferir recursos do banco, que são subsidiádos. Mas nem todos precisam - avalia Samuel Pessôa, economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) no Rio. - O BNDES tem um capital humano muito bom, muito bem treinado. Mas o papel institucional do BNDES está envelhecido. Esta é uma política de 20 anos atrás. É preciso modernizá-lo institucionalmente.

Por trás das "perdas" da carteira está o mau momento enfrentado pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O humor de investidores azedou em meio à crise de países como Grécia e Irlanda. Também pesa a aceleração da inflação e o aumento dos juros no Brasil, o que provoca migração de recursos da Bolsa para a renda fixa. O Ibovespa, índice de referência do mercado, acumula este ano queda de 14,18% até o fechamento da última sexta-feira.

O professor Nelson de Souza, do Ibmec-Rio, lembra que perdas fazem parte dos riscos do mercado de renda variável. Mas acrescenta que a Bolsa sobe e desce de acordo com os ciclos da economia e notícias. Em tese, nada impede, portanto, uma melhora do clima nos mercados mundiais e a recuperação do preço das ações. Nesse cenário, o desempenho da carteira da BNDESPar se recuperaria.



Das seis grandes operações avaliadas pelo GLOBO, a única a registrar ganho foi a compra de ações da BRF-Brasil Foods, em agosto de 2009. A empresa injetou R$ 400 milhões em troca de 10 milhões de ações da companhia, operação que produziu um ganho de R$ 130 milhões em valor de mercado. Mas a aplicação de dinheiro público na companhia não deixa de ser polêmica. Resultado da associação entre Sadia e Perdigão, a fusão vai aumentar a concentração no mercado de alimentos no país, com prejuízo aos consumidores e fornecedores.

Eduardo Fiúza, ex-técnico da Secretaria de Defesa Econômica (SDE) do Ministério da Justiça, discorda da participação de um banco público na operação. Ele afirma que a concepção do governo de eleger "campeões na$" para competir no mercado internacional é equivocada.

- Não faz sentido o governo marombar empresas brasileiras para competir no mercado internacional se elas não terão competição aqui dentro - afirma Fiúza.

Segundo ele, falta transparência na atuação da BNDESPar. As decisões de investimento do braço de participações do banco são tomadas por um comitê gestor, sem consulta prévia ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

- Quando o projeto chega ao Cade, ele já tem uma chancela do governo por meio das participações do BNDES. Aparentemente não existe modelagem, nada, e o governo chancela a operação sem saber os impactos sobre o mercado. São dois lados do governo que não se conversam - acrescenta Fiúza, para quem o governo federal deveria au$a transparência do banco e estabelecer metas mais claras de gestão e atuação.

Na carteira, 11 empresas falidas

Essa falta de transparência foi uma das razões que levaram o Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal a abrir investigações sobre o interesse do BNDES em participar da polêmica operação entre o Pão de Açúcar e o Carrefour, liderada pelo empresário Abilio Diniz e o banco de investimentos BTG Pactual. A promotoria queria saber a forma como são feitas as escolhas dos projetos a serem financiados pelo banco de fomento.

Além das "perdas" bilionárias, a carteira da BNDESPar retrata erros na política de fomento do banco ao longo de décadas. Das 148 empresas que compõem a carteira de participação societária da BNDESPar, 11 delas estão fechadas ou faliram. A carteira carrega esqueletos de outros tempos e governos, como a Elebra (símbolo da reserva do mercado de informática no país), Casa Anglo Brasileira (dona da antiga rede Mappin, de São Paulo), as Lojas Arapuã e a CTC-Rio, empresa de ônibus do Rio que foi liquidada em 1996.

Parte dos papéis não é retirada da carteira da BNDESPar porque as empresas ainda têm inscrição de CNPJ, embora estejam fechadas. A carteira de ações é o principal ativo da BNDESPar. Ao fim de 2010, essa carteira totalizava R$ 102,89 bilhões. Ela rendeu R$ 2,229 bilhões em dividendos em 2010, queda de 8% frente ao ano anterior. Procurado, oficialmente, o BNDES não se pronunciou.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/07/16/bndespar-se-associa-grandes-grupos-efeito-colateral-uma-perda-de-3-bi-924921394.asp#ixzz1SOcaWa00
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sexta-feira, 15 de julho de 2011

O que quer a classe C? será que isso vende ou ganha eleições?

O que quer a classe C? « CartaCapital


Em termos jornalísticos, é sempre aquela concepção de não oferecer o biscoito fino para a massa. É preciso dar o que a classe C quer ler –ou o que se convencionou a pensar que ela quer ler. Daí as políticas de didatismo nas redações, com o objetivo de deixar o texto mastigado para o leitor e tornar estanque a informação dada ali. Como se não fosse interessante que, ao não compreender algo, ele fosse beber em outras fontes. Hoje, com a internet, é facílimo, está ao alcance da vista de quase todo mundo.

Outro aspecto é seguir ao pé da letra o que dizem as pesquisas na hora de confeccionar uma revista popular. Tomemos como exemplo a pesquisa feita por uma grande editora sobre “a mulher da classe C” ou “nova classe média”. Lá, ficamos sabendo que: a mulher da classe C vai consumir cada vez mais artigos de decoração e vai investir na reforma de casa; que ela gasta muito com beleza, sobretudo o cabelo; que está preocupada com a alimentação; e que quer ascender social e profissionalmente. É com base nestes números que a editora oferece o produto – a revista – ao mercado de anunciantes. Normal.



Mas no que se transformam, para o leitor, estes dados? Preocupação com alimentação? Dietas amalucadas. A principal chamada de capa destas revistas é alguma coisa esdrúxula como: “perdi 30 kg com fibras naturais”, “sequei 22 quilos com cápsulas de centelha asiática”, “emagreci 27 kg com florais de Bach e colágeno”, “fiquei magra com a dieta da aveia” ou “perdi 20 quilos só comendo linhaça”. Pelo amor de Deus, quem é que vai passar o dia comendo linhaça? Estão confundindo a classe C com passarinho, só pode.

Quer reformar a casa? Nada de dicas de decoração baratas e de bom gosto. O objetivo é ensinar como tomar empréstimo e comprar móveis em parcelas. Ou então alguma coisa “criativa” que ninguém vai fazer, tipo uma parede toda de filtros de café usados. Juro que li isso. A parte da ascensão profissional vem em matérias como “fiquei famosa vendendo bombons de chocolate feitos em casa” ou “lucro 2500 reais por mês com meus doces”. Falar das possibilidades de voltar a estudar, de ter uma carreira ou se especializar para ser promovido no trabalho? Nada. Dicas culturais, de leitura, filmes, música, então, nem pensar.

Cada vez que vejo pesquisas dizendo que a mídia impressa está em baixa penso nestas revistas. A internet oferece grátis à classe C um cardápio ainda pobre, mas bem mais farto. Será que a nova classe média quer realmente ler estas revistas? A vendagem delas é razoável, mas nada impressionante. São todas inspiradas nas revistas populares inglesas, cuja campeã é a “Take a Break”. A fórmula é a mesma de uma “Sou + Eu”: dietas, histórias reais de sucesso ou escabrosas e distribuição de prêmios. Além deste tipo de abordagem, também fazem sucesso as publicações de fofocas de celebridades ou sobre programas de TV –aqui, as novelas.

Sei que deve ser utopia, mas gostaria de ver publicações para a classe C que ensinassem as pessoas a se alimentar melhor, que mostrassem como a obesidade anda perigosa no Brasil porque se come mal. Atacando, inclusive, refrigerantes, redes de fast food e guloseimas, sem se preocupar em perder anunciantes. Que priorizassem não as dietas, mas a educação alimentar e a importância de fazer exercícios e de levar uma vida saudável. Gostaria de ver reportagens ensinando as mulheres da classe C a se sentirem bem com seu próprio cabelo, muitas vezes cacheado, em vez de simplesmente copiarem as famosas. Que mostrassem como é possível se vestir bem gastando pouco, sem se importar com marcas.

Gostaria de ler reportagens nas revistas para a classe C alertando os pais para que vejam menos televisão e convivam mais com os filhos. Que falassem da necessidade de tirar as crianças do computador e de levá-las para passear ao ar livre. Que tivessem dicas de livros, notícias sobre o mundo, ciências, artes –é possível transformar tudo isso em informação acessível e não apenas para conhecedores, como se a cultura fosse patrimônio das classes A e B. Gostaria, enfim, de ver revistas populares que fossem feitas para ler de verdade, e que fizessem refletir. Mas a quem interessa que a classe C tenha suas próprias idéias?

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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Brasil tem grande Oferta de Dólar, e a RAZÂO = Poder de compra do dólar no País cai 72,8% em 8,5 anos


No final de 2002, era possível comprar uma cesta básica com US$ 100,00, já na última terça-feira, o mesmo valor permitiria a compra de apenas um quarto da cesta
SÃO PAULO - O poder de compra do dólar no Brasil teve a maior queda nos últimos oito anos e meio entre sete países da América Latina (veja a tabela abaixo). Um dos reflexos do resultado, por exemplo, está no fato de que em 31 de dezembro de 2002, no Brasil, era possível comprar uma cesta básica com US$ 100,00 e, na última terça-feira, dia 5, os mesmos US$ 100,00 permitiriam comprar somente um quarto da cesta.


O levantamento aponta que o poder aquisitivo do dólar, ajustado pela inflação medida pelo IPCA até maio de 2011, caiu 72,8% desde 31/12/2002. Os dados são de um estudo da Economatica, que utilizou o índice de inflação de cada país equivalente ao IPCA do Brasil.



Por este critério, o segundo país com a maior desvalorização do dólar ajustada pela inflação foi a Colômbia, com -58,09%. Em terceiro lugar vem o Chile (-51,35%), seguido da Venezuela (-46,20%), Argentina (-43,30%) e Peru (-41,78%). O México é o país onde se verificou a menor queda do dólar, com -20,08%, no período estudado.

Comparando o desempenho do dólar no Brasil com as principais economias da América Latina, a moeda norte-americana também teve a maior desvalorização nominal (sem descontar a inflação) no País, de -55,74%. Do mesmo modo, a Colômbia apresentou a segunda maior desvalorização do dólar nominalmente, de -38,47%.


México, Argentina e Venezuela registraram valorização da moeda norte americana no mesmo período. No caso da Venezuela, a moeda americana se encontra congelada desde 2003, sendo que teve três ajustes até 05 de julho de 2011.



A forte valorização do real atualmente está relacionada, principalmente, às elevadas taxas de juros que atraem dólares de investidores estrangeiros para o país e derrubam a cotação da moeda norte-americana.

Para se ter uma ideia, no primeiro semestre de 2011, o fluxo cambial foi fortemente positivo, com superávit de US$ 39,833 bilhões. Segundo o Banco Central, o volume foi 11,8 vezes maior do que o saldo positivo do primeiro semestre de 2010, de US$ 3,363 bilhões.

Silvana Rocha, da Agência Estado



Os gasto do Governo federal só aumentaram nos ultimos anos e o que beneficiou a população? Os empregos da classe média aumentaram? governo comprando Dolar e Financial Times alertando Que essa prática levará a uma Crise eminente, será que a guerra cambial melhora a condição nacional ou Brasil se apropria de mais um "Cavalo de Troia"? Segundo agência Estado : Poder de compra do dólar no País cai 72,8% em 8,5 anos. em 2002 100 dólares era o preço da cesta básica, hoje cem Dolares só compra 1/4 da mesma cesta... O Salário do Brasileiro Aumentou 72,8% ou 4 X em 8 anos? PENSE NISSO!!!!


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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Dilma Demite um de seus Ministros por Escandalos na pasta de Transportes!



A presidente Dilma Rousseff fez uma coisa certa ao mesmo tempo em que deu um mau passo. Tão logo a VEJA começou a chegar aos leitores no sábado, pôs na rua a cúpula do Ministério dos Transportes porque constatou o óbvio: o país não poderia conviver com aquela penca de descalabros ali relatados, parte deles certamente conhecida pela presidente — tanto é que a revista informa a sua insatisfação.
Mas Dilma escolheu também o erro, preservando Alfredo Nascimento na pasta e lhe dando a atribuição de investigar malfeitos. É uma piada, não? Depois que Valdemar da Costa Neto relatou reuniões da cúpula do PR com representantes do ministério para tratar de assuntos do interesse da legenda, Dilma tinha de esperar mais o quê?
A questão não se esgota no eventual aparelhamento da pasta. Há indícios graves de roubalheira mesmo, daquelas pesadas, organizadas, criminosas. Se o ministro não sabia de nada, tem de ir embora porque é incapaz de gerir o barraco; se sabia, bem, aí é assunto para a polícia e para a justiça. As notícias de hoje não lhe são auspiciosas. Parece que ele, a exemplo de Luiz Inácio Apedeuta da Silva, também tem um filho “Ronaldinho” (assim o Babalorixá chamou Lulinha, o rebento, para exaltar seus dotes para os negócios…).
Segundo o Globo, o Ministério Público Federal investiga o rapidíssimo enriquecimento de Gustavo Moraes Pereira, filho de Nascimento. O rapaz, com 27 anos, é dono de uma empresa chamada Forma Construções, criada há dois anos com capital social de R$ 60 mil. Já tem um patrimônio de mais de R$ 50 milhões. Lula, “o filho do Brasil”, está a merecer uma nova abordagem: “Os filhos do lulismo”. É uma gente com um talento formidável para enriquecer.
Não dá! Não há quem confie na permanência de Nascimento no cargo. E isso quer dizer que ninguém mais o respeita. Já era! Nem se trata de saber — e é claro que tem de ser investigado — se ele obteve vantagens pessoais. A máquina de desvio de dinheiro público que se criou à sua sombra já basta para que leve o bilhete azul.



Esta quarta
Não deixa de ser espantoso que estoure um escândalo dessa magnitude justamente quando se discute o tal Regime Diferenciado de Contratação (RDC) para as obras da Copa do Mundo. A base governista deve aprovar hoje no Senado, "afrouxa" ainda mais a vigilância. Sem contar que não há cristão que acredite que o valor de referência da obra permanecerá mesmo em sigilo.



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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Novo escândalo do governo Dilma chega ao Ministério dos Transportes.


O escândalo chega ao Ministério dos Transportes. As denúncias não são novas. O Senador Mario Couto tentou viabilizar a CPI do DNIT para a necessária investigação. Hoje diretores do DNIT- foram finalmente afastados. Segundo reportagem da revista “Veja”, representantes do PR, partido que comanda os Transportes, funcionários do ministério e de órgãos vinculados à pasta montaram um esquema de superfaturamento de obras e recebimento de propina por empreiteiras. Entre os citados estão o próprio chefe de gabinete do ministro, Mauro Barbosa, o assessor do ministério, Luiz Tito, o diretor-geral do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Luiz Antonio Pagot, e o presidente da estatal Valec, José Francisco, o Juquinha. Na próxima segunda feira apresentaremos requerimentos convocando o Ministro e o Diretor do DNIT para audiência pública na Comissão de Infra-Estrutura. O Governo como sempre foi conivente. Não deu importância às denuncias, que não são novas. Transformaram o Brasil nos últimos anos, no paraiso do superfaturamento. Por isso tenho repetido: o escândalo de hoje faz esquecer o de ontem e espera o de amanhã para ser esquecido. E o governo quer facilidades e segredo para as licitações. Quer também limitar a capacidade de fiscalizar do Tribunal de Contas da União.É a consagração da imoralidade na administração pública.


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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Dilma altera Lei penal, reduzindo a pena em 1 dia para cada 12horas de estudo


Uma alteração na Lei de Execução Penal, publicada nesta quinta-feira, no Diário Oficial da União, possibilita que condenados reduzam sua pena ao estudar. A alteração, assinada pela presidenta Dilma Rousseff, pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, estabelece que a cada 12 horas de estudo – atividades de ensino fundamental, médio, inclusive profissionalizante, superior ou requalificação profissional – o detento reduza um dia de sua pena.

Essas 12 horas de estudo devem estar divididas em no mínimo três dias e podem ser praticadas presencialmente ou na modalidade a distância. A lei vale para condenados em regime fechado, semi-aberto, aberto e em liberdade condicional. Nos últimos três casos, é possível estudar fora da instituição penal e obrigatório apresentar mensalmente comprovantes de frequência e aproveitamento escolar.

Em caso de conclusão de alguma das etapas da educação (ensino fundamental, médio ou superior) durante o cumprimento da pena, o detento terá o direito de abater da pena mais um terço em função das horas estudadas, desde que certifique a conclusão pelo órgão competente do sistema de educação.

A alteração na Lei de Execução Penal mantém a possibilidade da redução da pena por trabalho. Neste caso, três dias de jornada reduzem um dia de pena.


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terça-feira, 28 de junho de 2011

Destino de mais de 200 bilhões em impostos pagos

Tudo Dentro Dos Protocolos Para 2014 e Rio2016.... Camara de deputados Votam Medida Provisória para governo ter sigilo nos gastos em Obras de infraestrutura da Copa e Jogos Olímpicos... O PT manda e não pede arrego....esse é nosso Brasil...kkkkk Até agora os Unicos Deputados que estão trabalhando é "Tiririca contra nepotismo" e "Romário contra gastos extratosféricos do governo" Quem Diria!!.... A Voz do povo é a voz de Deus !

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

STJ Autoriza a chamada "Marcha da maconha" o que Você tem a Dizer sobre a politica atual?


Parabéns aos Ministros que autorizaram a livre manifestação "marcha da maconha", e que crianças ou adolescentes não entrem nessa onda junto com os manifestantes muitas vezes desprovidos de cooperação social, a discussão é válida, mas a imposição de idéias pode gerar "apologia ao uso" em um país onde os politicos deitam e rolam; Precisamos ABRIR O OLHO..... E Enxergar o que está sendo posto em PAUTA após denuncias na Casa Cívil.... Os Caras Pintadas que lutaram pelo impeachment; Tiveram seu valor, pois questionaram em um contexto nacional, será que essas marchas ganham força política representando a sociedade???


Os Ministros e Governo não estão interessados se os jovens do Brasil, fumem maconha ou Crack... desde que se identifiquem com as "conquistas" do governo PT...impunhem alguma bandeira vermelha da CUT, MST, PT, PCdoB junto nas suas manifestações, assim já terao alcançado o objetivo do governo Ptista que é agregar a massa mais carente de aceitação, que é uma "mina" de votos e hoje sustentam as falsas ideologias e governo em nosso BRasil.


Hoje a Bovespa- Bolsa de valores bateu recorde de Baixa , após escandalos e saída de palocci na casa civil, Medidas provisórias como a MP 526 que BNDES Poderá emprestar até 55 bilhões a 6% ao ano a algumas poucas empreiteras, Visitas de Hugo chaves emprestando bilhoes de dilma a juros inesistentes... Tudo isso contribui para o Efeito "sardenberg" Contribuinte pagando a conta no final "Aumento de juros, Inflação,"....



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terça-feira, 14 de junho de 2011

MP autoriza aporte de R$ 55 bilhões no BNDES - Agência Câmara de Notícias

MP autoriza aporte de R$ 55 bilhões no BNDES - Agência Câmara de Notícias

VErgonha MP 526 ... CAmara dos deputados Liderados pelo PT Autoriza união a liberar 55 bilhões a BNDES.... o BNDES empresta a 6% ao ano a algumas MEga empreiteras que constroem Belo monte, "empresários" que recebem Consultoria previlegiada de "cumpanheiros" e depois o governo cobra da população na melhor das hipoteses 12.5% a 38.3% ano em taxa de juros do Contribuinte. PArabéns A PPS , DEM e PSDB que votaram não!!

AO PT e sua base aliada o meu repúdio....por estar governando o Brasil Através de medidas provisórias as quais a maioria Aliada passa como um rolo compressor aprovando até as vírgulas dos textos que ferem a constituição e assaltam o Bolso do contribuinte!!

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